Vazamento de dados da WhatsApp: o que aconteceu e o que fazer
Revisado em 5 de setembro de 2026 · 8 registros no catálogo · fontes listadas abaixo
Uma falha de segurança no WhatsApp permite que, através de uma chamada, qualquer pessoa com acesso físico ao smartphone consiga ver fotos do utilizador mesmo com o ecrã bloqueado, comprometendo a privacidade dos dados pessoais armazenados no dispositivo.
Se você tem conta na WhatsApp, parta do princípio de que os dados expostos estão circulando. O risco prático hoje raramente é o vazamento em si — são as ligações e mensagens que usam esses dados para soar legítimas.
O que temos catalogado
Cada item abaixo é um registro catalogado com a fonte original. A gente não vai além do que a fonte relata.
Personal Information · Vulnerability Exploitation
O WhatsApp corrigiu uma vulnerabilidade estranha na verificação de encriptação que permitia que terceiros determinassem se um utilizador estava bloqueado, o que pode expor informações pessoais como o status de bloqueio e possivelmente outros detalhes de privacidade.
Personal Information · Malware
Cibercriminosos estão usando contas comprometidas do WhatsApp Web e Desktop para instalar malware em computadores de empresas no Brasil, expondo dados pessoais e comprometendo sistemas corporativos.
Personal Information · Malware
Uma aplicação falsa roubou conversas de aproximadamente 56 mil utilizadores da plataforma de mensagens WhatsApp. O incidente não foi causado por uma falha na aplicação oficial, mas por uma ferramenta de terceiros maliciosa que comprometeu dados sensíveis dos utilizadores.
Financial Information · Malware
Especialistas da Trend Micro identificaram uma nova variante de vírus que utiliza o WhatsApp Web como vetor de ataque. A ameaça, aprimorada com Inteligência Artificial, tem como objetivo roubar dados bancários dos usuários através da disseminação de arquivos infectados.
Personal Information · Vulnerability Exploitation
Uma brecha de segurança no WhatsApp permitiu a espionagem de cerca de 200 usuários específicos que utilizavam versões desatualizadas do aplicativo para iPhone e Mac. A falha foi explorada através de um ataque direcionado e foi corrigida no final de agosto de 2025.
Personal Information · Hacking
A Meta, proprietária do WhatsApp, confirmou que a empresa israelense Paragon Solutions hackeou o WhatsApp de cerca de 90 usuários em mais de 20 países. Entre os afetados estão jornalistas e civis.
Financial Information · Phishing
Um novo golpe virtual chamado “ComprovanteSpray” está circulando pelo WhatsApp, onde um arquivo malicioso disfarçado de comprovante bancário é usado para roubar credenciais financeiras dos usuários.
O que fazer
- Troque a senha em todo lugar onde você a repetiuA exposição pesa mais quando a mesma senha protege o seu e-mail, porque é pelo e-mail que todo o resto é redefinido.
- Trate toda ligação e mensagem sobre esse vazamento como golpe até provar o contrárioNenhuma empresa vai pedir código de uso único, PIN ou senha. Desligue e ligue para o número impresso no seu cartão.
- Leia seus extratos nos próximos três mesesFraude de cartão costuma começar com uma cobrança pequena de teste. Pegar essa é o que evita a grande.
- Dê ao seu e-mail uma senha que mais nada usaÉ a conta que consegue redefinir todas as outras, então é a primeira que vale proteger.
Perguntas que as pessoas fazem
Meus dados estavam no vazamento da WhatsApp?
Ter conta, sozinho, não confirma exposição. A checagem confiável é ver se o seu e-mail aparece nas bases vazadas em circulação — leva segundos e não pede a sua senha.
Já é tarde demais para fazer algo?
Não. Dado pessoal vazado não vence, e a defesa também não: uma senha única no seu e-mail e um alerta de fraude no seu cadastro continuam funcionando anos depois.
A WhatsApp vai entrar em contato comigo?
Pode ser. Mas golpista também entra em contato, usando exatamente esses dados do vazamento para soar convincente. Nunca aja a partir de uma ligação ou mensagem recebida — retorne por um número que você já tinha.
304 organizações catalogadas
Os registros são catalogados a partir de publicações públicas e ligados à fonte original. A iTellYou não tem vínculo com as organizações listadas. Se você representa alguma delas e algo aqui está errado, escreva pra gente que a gente corrige.