Segurança não devia ser um segundo emprego.
A maioria das proteções pede que você vire especialista — identificar o link falso, julgar a mensagem estranha, lembrar qual senha foi para onde. A gente acha isso invertido. Nosso trabalho é fazer esse trabalho sumir.
Transformar segurança digital em algo que gente comum de fato usa.
Uma ferramenta só protege quem consegue operá-la. Cada aviso que precisa ser interpretado, cada ajuste que precisa ser entendido, exclui alguém em silêncio — normalmente a pessoa com mais chance de ser alvo.
Então a gente se mede por um número estranho: o quão pouco você ouve da gente. Tudo o que dá para resolver sem você, a gente resolve sem você. O que sobra chega como uma mensagem clara com uma ação clara.

Três compromissos, escritos sem rodeio.
Transparência
A gente diz o que achou, onde achou e o que aquilo significa e não significa. Quando não temos certeza, dizemos que não temos certeza.
Inovação
Golpe muda toda semana. Proteção que só atualiza quando uma loja de aplicativos aprova já está atrasada — a nossa atualiza do nosso lado, continuamente.
Confiança
A gente pede informação sensível, então devemos a você limites sobre o que fazemos com ela. Eles estão abaixo, e não são negociáveis.
Quatro limites que a gente impõe a si mesma.
Nem para anunciante, nem para corretor de dados, nem para ninguém. Uma empresa que vigia corretores de dados não pode também alimentá-los.
Sempre que a tecnologia permite, links e mensagens são checados no seu telefone e nunca saem dele.
O filtro de SMS vê uma mensagem de remetente desconhecido e decide. Ele não guarda a conversa, e ninguém na iTellYou lê.
Cancele pelo app num toque. Sem ligação, sem oferta de retenção, e seus dados são apagados quando você pedir.
Estamos construindo a proteção que queríamos para os nossos próprios pais.
Isso não é slogan — é o teste que a gente aplica em toda funcionalidade. Se confundiria eles, não está pronta.